Placa B-17 Nose Art "Lightning Strikes" - 45x30cm (Alumínio)
COLEÇÃO PLACAS DE NOSE ART - EDIÇÃO LIMITADA
Peça feita artesanalmente
Pintado à mão
Envernizado
Para uso em ambientes internos
Com suporte para expor na parede
Tamanho de 45x30cm
Material: Aluminio
Fabricante: Nos Rastros da HistóriaA B-17F 42-3073, batizada de Lightning Strikes, foi uma das muitas fortalezas voadoras que cruzaram os céus da Europa ocupada levando a guerra estratégica diretamente ao coração do Reich. Produzida pela Douglas Aircraft Company no bloco B-17F-20-DL (serial 42-3039 a 42-3073), ela fazia parte da lendária linhagem do B-17 Flying Fortress, símbolo do poder aéreo americano durante a Segunda Guerra Mundial.
Entregue em Cheyenne em 2 de abril de 1943, foi inicialmente designada ao 410th Bomb Squadron do 94th Bomb Group em Bangor, antes de seguir para o Reino Unido. Poucos dias depois, em 22 de abril de 1943, foi transferida para o 401st Bomb Squadron, do 91st Bombardment Group, baseado em Bassingbourn, Inglaterra. Seu código tático era LL-A.
Durante sua carreira operacional, a Lightning Strikes completou 23 missões de combate, participando da intensa campanha de bombardeio diurno contra alvos industriais e estratégicos na Alemanha ocupada. Essas operações eram marcadas por forte oposição antiaérea (Flak) e interceptações constantes por caças da Luftwaffe. O destino da aeronave foi selado em 21 de fevereiro de 1944, durante uma missão sobre Gütersloh, na Alemanha.
Segundo o Missing Air Crew Report (MACR 2463), a aeronave sofreu ataques sucessivos de caças inimigos que inutilizaram os motores nº 3 e nº 4. Com as asas em chamas e severamente danificada, a tripulação conseguiu manter o controle até realizar um pouso forçado próximo a Herford, já na área do alvo. Apesar da gravidade da situação — motores destruídos e incêndio estrutural — todos os dez tripulantes sobreviveram ao impacto.
Contudo, foram capturados e tornaram-se prisioneiros de guerra (POW). A tripulação era composta por:
1º Tenente William F. Gibbons (piloto)
2º Tenente Clyde C. McCallum (co-piloto)
1º Tenente Donald E. Shea (navegador)
1º Tenente Wilfred P. Conlon (bombardeador)
T/Sgt John P. Parsons (engenheiro de voo / torre dorsal)
T/Sgt William O. Doupance (operador de rádio)
Sgt Clarence R. Bateman (artilheiro)
S/Sgt Julius E. Edwards (artilheiro lateral)
Sgt Jack W. Bowen (artilheiro lateral)
S/Sgt Paul E. Goecke (artilheiro de cauda)
O fato de todos sobreviverem após um ataque aéreo direto e um pouso forçado em território inimigo é notável, considerando as altíssimas taxas de perda entre tripulações de B-17 naquele período. Fevereiro de 1944 fazia parte da chamada “Big Week”, quando os bombardeiros americanos intensificaram ataques contra a indústria aeronáutica alemã, enfrentando resistência feroz.
A história da Lightning Strikes representa com precisão o que foi a guerra aérea estratégica: missões repetidas sob risco extremo, formações densas tentando se proteger mutuamente e a permanente ameaça dos caças inimigos. Embora perdida em combate, sua trajetória — 23 missões cumpridas — demonstra a resistência da aeronave e a determinação de sua tripulação.
Mais uma entre centenas de B-17 abatidas sobre a Europa, mas com um diferencial marcante: seus homens sobreviveram para contar a história.
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